02/11/2009

BECO DA ARTE

Participarei da exposição Quarto no Beco. 28 artistas foram selecionados pelo público, que esteve entre os dias 23 e 25 de outubro visitando a mostra com os projetos inscritos.

08/10/2009

12º Semana de Fotografia de Ribeirão Preto

São treze os fotógrafos selecionados para esta
coletiva iniciada em 01/10/2009.
Também ocupando o MARP as individuais de
Cristiano Mascaro e Grete Stern.
Até 08/11/2009.
Na sequencia as três imagens
que estão expostas e fotos da abertura.

"Finalização" do Muro

Encerramento da exposição, sob garoa fina.
Fomos tão persistentes quanto ela.

15/09/2009

FINA ESTAMPA - Encerramento

09/09/2009

OCUPAÇÃO MURO

Dando seguimento ao projeto FINA ESTAMPA, ocupei a área externa do Alpharrabio usando estênceis e contando com a ajuda dos convidados. O belo dia de sol nos favoreceu mas também nos castigou (um pouquinho só!), fazendo com que decidíssemos concluir os trabalhos no dia 18/9/2009, encerramento da exposição.

23/08/2009


19/08/2009

Fina Estampa - Exposição

A Livraria Alpharrabio recebe meus trabalhos resultantes
da pesquisa sobre a chita.
Transformei o tecido em escultura, produzi minhas próprias padronagens e
evoluí para as rendas que se propagam pelo espaço.
Seguem algumas imagens, mas nada como visitar o espaço!
Visitação até 12/09/2009
R. Eduardo Monteiro ,151 – Santo André – SP - 4438-4358.
Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.
Rendas Digitais
Título: Que babado é esse?
Painel de abertura com texto de Dalila Teles Veras
Intervenção no objetos da livraria.
Venus de Chita
Venus de Bandana
Série Coleção de Verão para Panos de Chão
Quando a Mãe encontrou o Pai
Intervenção nos objetos da livraria
A janela com a Renda Coletiva por enquanto está assim.
Detalhe
That's it!

Fina Estampa - 12/08/2009

Iniciando o trabalho dos convidados... ...no início sob alguma orientação...
... e logo depois... sob orientação alguma.
Dalila, proprietária do Alpharrabio, divindo com os convidados o texto escrito por Isa
... e logo depois incorporando a chita ao seu figurino.
Vista interna de uma das janelas.
Penélope Martins, Andréia Horta, Dalila Teles Veras: poetas
Amigos do Coletivo S.A.:
da esquerda para direita: Elton Hipólito, Helen Cardoso,
Gustavo Jerônimo e Reinaldo Silva
Reinaldo Silva e Sra.
Marcos Lemes e Dalila
Fátima Roque
A também Coletiveira Suca Moraes
Elton Hipólito
Andréia Horta e Marcos Horta interpretaram poemas do livro
Humana Flor
Uma parcela do resultado da proposta de Renda Coletiva
que extrapolou os limites do Alpharrabio!

18/08/2009

A chita lhe cai bem

Três metros da mais pura chita e a proposta estava lançada:
Vista-se com ela!
Teve quem se apropriou fazendo dela seu acessório mais básico, quem se fantasiou, se escondeu, se montou, encarnou personagem, imitou clássicos... E ela (chita) ficou bem em todos.

13/08/2009

Fina Estampa - Além mar

Na abertura tivemos uma grata surpresa. Isa, frequentadora "habitué" do blog do Alpharrabio, que vive em Portugal viu a divulgação da exposição e escreveu o texto abaixo, que foi lido pela Dalila na noite.

Chita! Tinha saudades de ouvir esta palavra, já que o próprio tecido há muito desapareceu de cima dos tampos dos balcões de madeira das lojas de tecidos, onde aqueles senhores, de sorriso simpático, tinham sempre peças e peças para desdobrar e outras tantas para dobrar.
Com essas peças iam enfeitando as prateleiras de multicolor e impingindo aquele ou o outro tecido de menor saída a clientes menos costumeiras ou aconselhando aqueloutro que ficava na prateleira superior (assim como o preço), para aquelas “granfinas” que abancavam por ali todas as semanas à procura de novidades.
Na passarela das vaidades, só as sedas, puras lãs virgem, brocados, etc, etc, entravam. A chita não tinha cabidela. Esta era destinada às serviçais que mesmo no rigor dos invernos era o que usavam porque o “metal de troca”, quase invisível, não chegava para mais. Pudera, também nessa época havia necessidade de fazer algumas restrições para se poder andar de acordo como último grito da moda e as “dondocas” faziam-no à custa da exploração de quem trabalhava 18 por dia.
Conheço alguém que na sua mocidade, usou vestidos de chita. Eram feitos pela própria, sem nunca ter “andado à costura”. Noite dentro, roubando minutos preciosos às poucas horas de descanso, os vestidos rodados e bem vaporosos, ponteados à luz da candeia, ganhavam forma e em nada ficam atrás dos “modelitos” que apareciam nas revistas de figurinos da época.Hoje eu revejo-os nas fotos a preto e branco (guardadas numa caixinha de cartão) e comento com a mãe que nela, a chita transformava-se em seda natural e ela ficava parecida a uma estrela de cinema, ao estilo de uma Milú (nome artístico de Maria de Lurdes de Almeida Lemos) ou da Ingrid Bergman.

05/08/2009

FINA ESTAMPA no ALPHARRABIO

Ocuparei a Livraria Alpharrabio com obras resultantes da pesquisa sobre a chita.
Transformei o tecido em escultura, produzi minhas próprias padronagens na série “Coleção de Verão para Panos de Chão” e evoluí para as “Rendas Digitais” que se propagam pelo espaço.

Abertura 12 de agosto de 2009 às 19 h

Livraria Alpharrabio
R. Eduardo Monteiro ,151 – Santo André – SP - 4438-4358.
Visitação até 12/09/2009
Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.

25/07/2009

FOTOS OCUPAÇÃO CUIABÁ 153

Foi um prazer encontrá-los na abertura do projeto OCUPAÇÃO CUIBÁ 153 COLETIVO S.A. que aconteceu no último sábado - 18/7. Para esta mostra contamos com a apresentação de atores, performances, músicos e artista visuais.
VEJA FOTOS DO EVENTO NO ENDEREÇO
O COLETIVO S.A. é um grupo de artistas visuais de Santo André - SP que se encontra há dois anos para discutir sua produção e agora está promovendo sua primeira Ocupação. Nesta edição contamos com a participação dos Coletiveiros: Carlos Ribeiro, Crista Campinho, Cristina Suzuki, Débora Peron, Elton, Hipólito, Gustavo Jeronimo, Juliana Costa, Kadu Rocha, Reinaldo Silva e Suca Moraes.

06/07/2009

18º Encontro de Artes Plásticas de Atibaia

A abertura foi dia 4/7 e está aberta a visitação até 30/08/2009.
Centro de Convenções Victor Brecheret
Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Atibaia - SP
Fone: 11 4412-7776
Seguem algumas imagens:






14/05/2009

Rendas Digitais

























Humana Flor

A atriz e poetisa juizforana Andréia Horta e a artista plástica paulistana Cristina Suzuki tem em comum em suas obras o universo feminino contemporâneo e seus questionameto. Os poemas retratam o tempo, a dor, a espera do amor, as "cordas bambas", o útero. Fala da mulher, de uma recém-mulher. Toda delicadeza deste universo foi traduzida por Cristina através dos desenhos e do projeto gráfico, criando uma obra de arte, um "livro-objeto de poemas.

São 5 estampas diferentes de chita

A lombada do livro acompanha o padrão da embalagem

Capa dura

Também é um flip-book

Pode ser adquirido pela internet

por R$ 29,00 mais frete

16/04/2009

Coleção de Verão para Panos de Chão

Fotocelular

Luzes e sombras irrequietas e pulsantes fixadas em cores, por vezes em repouso, por outras em movimentos apressados apanhados por um aparelho cujo ritual secular vê-se agora alterado. Braços esticados, os dois olhos bem abertos, em considerável distância do corpo a registrar cotidianos ficcionais marcados por uma poética pessoal vigorosa e delicada poderiam ser as primeiras impressões do trabalho de Cristina Suzuki.
A desaceleração do olhar, no entanto, sugerida pela artista, quer através da apresentação das obras, quase na “palma da mão”, a reduzir distâncias, quer pelo livre acesso ao sentir e pensar o cotidiano em detalhes quase imperceptíveis à “olho nu”, fazem-nos recuperar nossas memórias individuais e coletivas, mas, essencialmente, estimula nossa capacidade de abstrair.
Cristina leva-nos a caminhar por lugares antes nunca vistos, embora já percorridos. Prolonga o trajeto para descobrirmos o que há na caminhada. Traz uma verdade visual do mundo que ultrapassa o prazer estético recolocando a discussão ética da fotografia e dá, ironicamente, às imagens celulares o seu verdadeiro sentido tátil.
Convite a vagar, contraponto do meio fugaz de apreensão do visível, para pôr a ver o não visto.
Fátima Roque - Fotógrafa

Portrait

A casa.
Mais que um espaço físico é o lugar onde deixamos vestígios de nossa passagem pelo mundo.
Este lugar pode deixar de existir pela ação do outro ou da natureza. A casa, que abrimos a quem confiamos, gostamos, precisamos, revela muitas de nossas características.
Detalhes.
São eles que nos fazem apreciar ou repudiar pessoas e lugares. Eles atraem a lente da câmera, que chega sempre mais perto, às vezes tão perto que não é mais possível a identificação imediata. Em algum instante eles mereceram atenção e agora passam pela falta de zelo e desgate pelo uso.
Um objeto que está para ser descartado ou está esquecido em algum canto, coberto pela poeira de muito tempo carrega parte da história de seu proprietário, de sua relação do mundo.
Resíduos de existências que passaram ou que ainda existem, insistem.
Nestes registros parece ser possível contar a história de seus usuários e se identificar com ela.

7 Paralelos - Salão de Exposições de Santo André - SP - 2008
Incerto - Escola de Artes de Osasco - SP Cortinas