02/11/2009
08/10/2009
12º Semana de Fotografia de Ribeirão Preto
São treze os fotógrafos selecionados para esta
coletiva iniciada em 01/10/2009.
Também ocupando o MARP as individuais de
Cristiano Mascaro e Grete Stern.
Até 08/11/2009.
Na sequencia as três imagens

15/09/2009
09/09/2009
OCUPAÇÃO MURO
Dando seguimento ao projeto FINA ESTAMPA, ocupei a área externa do Alpharrabio usando estênceis e contando com a ajuda dos convidados. O belo dia de sol nos favoreceu mas também nos castigou (um pouquinho só!), fazendo com que decidíssemos concluir os trabalhos no dia 18/9/2009, encerramento da exposição.
23/08/2009
19/08/2009
Fina Estampa - Exposição
A Livraria Alpharrabio recebe meus trabalhos resultantes
da pesquisa sobre a chita.
Transformei o tecido em escultura, produzi minhas próprias padronagens e
Transformei o tecido em escultura, produzi minhas próprias padronagens e
evoluí para as rendas que se propagam pelo espaço.
Seguem algumas imagens, mas nada como visitar o espaço!
Seguem algumas imagens, mas nada como visitar o espaço!
Visitação até 12/09/2009
R. Eduardo Monteiro ,151 – Santo André – SP - 4438-4358.
Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.
Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.
Fina Estampa - 12/08/2009
sob orientação alguma.18/08/2009
A chita lhe cai bem
Três metros da mais pura chita e a proposta estava lançada:
Vista-se com ela!
Teve quem se apropriou fazendo dela seu acessório mais básico, quem se fantasiou, se escondeu, se montou, encarnou personagem, imitou clássicos... E ela (chita) ficou bem em todos.
13/08/2009
Fina Estampa - Além mar
Chita! Tinha saudades de ouvir esta palavra, já que o próprio tecido há muito desapareceu de cima dos tampos dos balcões de madeira das lojas de tecidos, onde aqueles senhores, de sorriso simpático, tinham sempre peças e peças para desdobrar e outras tantas para dobrar.
Com essas peças iam enfeitando as prateleiras de multicolor e impingindo aquele ou o outro tecido de menor saída a clientes menos costumeiras ou aconselhando aqueloutro que ficava na prateleira superior (assim como o preço), para aquelas “granfinas” que abancavam por ali todas as semanas à procura de novidades.
Na passarela das vaidades, só as sedas, puras lãs virgem, brocados, etc, etc, entravam. A chita não tinha cabidela. Esta era destinada às serviçais que mesmo no rigor dos invernos era o que usavam porque o “metal de troca”, quase invisível, não chegava para mais. Pudera, também nessa época havia necessidade de fazer algumas restrições para se poder andar de acordo como último grito da moda e as “dondocas” faziam-no à custa da exploração de quem trabalhava 18 por dia.
Conheço alguém que na sua mocidade, usou vestidos de chita. Eram feitos pela própria, sem nunca ter “andado à costura”. Noite dentro, roubando minutos preciosos às poucas horas de descanso, os vestidos rodados e bem vaporosos, ponteados à luz da candeia, ganhavam forma e em nada ficam atrás dos “modelitos” que apareciam nas revistas de figurinos da época.Hoje eu revejo-os nas fotos a preto e branco (guardadas numa caixinha de cartão) e comento com a mãe que nela, a chita transformava-se em seda natural e ela ficava parecida a uma estrela de cinema, ao estilo de uma Milú (nome artístico de Maria de Lurdes de Almeida Lemos) ou da Ingrid Bergman.
05/08/2009
FINA ESTAMPA no ALPHARRABIO
Ocuparei a Livraria Alpharrabio com obras resultantes da pesquisa sobre a chita.Transformei o tecido em escultura, produzi minhas próprias padronagens na série “Coleção de Verão para Panos de Chão” e evoluí para as “Rendas Digitais” que se propagam pelo espaço.
Abertura 12 de agosto de 2009 às 19 h
Livraria Alpharrabio
R. Eduardo Monteiro ,151 – Santo André – SP - 4438-4358.
Visitação até 12/09/2009
Segunda a Sexta - 13 às 19 h - Sábado - 9:30 às 13:00 h.
25/07/2009
FOTOS OCUPAÇÃO CUIABÁ 153
VEJA FOTOS DO EVENTO NO ENDEREÇO
O COLETIVO S.A. é um grupo de artistas visuais de Santo André - SP que se encontra há dois anos para discutir sua produção e agora está promovendo sua primeira Ocupação. Nesta edição contamos com a participação dos Coletiveiros: Carlos Ribeiro, Crista Campinho, Cristina Suzuki, Débora Peron, Elton, Hipólito, Gustavo Jeronimo, Juliana Costa, Kadu Rocha, Reinaldo Silva e Suca Moraes.
06/07/2009
18º Encontro de Artes Plásticas de Atibaia
A abertura foi dia 4/7 e está aberta a visitação até 30/08/2009.
Centro de Convenções Victor Brecheret
Al. Lucas Nogueira Garcez, 511 - Atibaia - SP
Fone: 11 4412-7776
Seguem algumas imagens:
14/05/2009
Humana Flor
A atriz e poetisa juizforana Andréia Horta e a artista plástica paulistana Cristina Suzuki tem em comum em suas obras o universo feminino contemporâneo e seus questionameto. Os poemas retratam o tempo, a dor, a espera do amor, as "cordas bambas", o útero. Fala da mulher, de uma recém-mulher. Toda delicadeza deste universo foi traduzida por Cristina através dos desenhos e do projeto gráfico, criando uma obra de arte, um "livro-objeto de poemas.
São 5 estampas diferentes de chita16/04/2009
Fotocelular
Luzes e sombras irrequietas e pulsantes fixadas em cores, por vezes em repouso, por outras em movimentos apressados apanhados por um aparelho cujo ritual secular vê-se agora alterado. Braços esticados, os dois olhos bem abertos, em considerável distância do corpo a registrar cotidianos ficcionais marcados por uma poética pessoal vigorosa e delicada poderiam ser as primeiras impressões do trabalho de Cristina Suzuki.
A desaceleração do olhar, no entanto, sugerida pela artista, quer através da apresentação das obras, quase na “palma da mão”, a reduzir distâncias, quer pelo livre acesso ao sentir e pensar o cotidiano em detalhes quase imperceptíveis à “olho nu”, fazem-nos recuperar nossas memórias individuais e coletivas, mas, essencialmente, estimula nossa capacidade de abstrair.
A desaceleração do olhar, no entanto, sugerida pela artista, quer através da apresentação das obras, quase na “palma da mão”, a reduzir distâncias, quer pelo livre acesso ao sentir e pensar o cotidiano em detalhes quase imperceptíveis à “olho nu”, fazem-nos recuperar nossas memórias individuais e coletivas, mas, essencialmente, estimula nossa capacidade de abstrair.
Cristina leva-nos a caminhar por lugares antes nunca vistos, embora já percorridos. Prolonga o trajeto para descobrirmos o que há na caminhada. Traz uma verdade visual do mundo que ultrapassa o prazer estético recolocando a discussão ética da fotografia e dá, ironicamente, às imagens celulares o seu verdadeiro sentido tátil.
Convite a vagar, contraponto do meio fugaz de apreensão do visível, para pôr a ver o não visto.
Fátima Roque - Fotógrafa
Convite a vagar, contraponto do meio fugaz de apreensão do visível, para pôr a ver o não visto.
Fátima Roque - Fotógrafa












Portrait
A casa.
Mais que um espaço físico é o lugar onde deixamos vestígios de nossa passagem pelo mundo.
Este lugar pode deixar de existir pela ação do outro ou da natureza. A casa, que abrimos a quem confiamos, gostamos, precisamos, revela muitas de nossas características.
Detalhes.
São eles que nos fazem apreciar ou repudiar pessoas e lugares. Eles atraem a lente da câmera, que chega sempre mais perto, às vezes tão perto que não é mais possível a identificação imediata. Em algum instante eles mereceram atenção e agora passam pela falta de zelo e desgate pelo uso.
Um objeto que está para ser descartado ou está esquecido em algum canto, coberto pela poeira de muito tempo carrega parte da história de seu proprietário, de sua relação do mundo.
Resíduos de existências que passaram ou que ainda existem, insistem.
Nestes registros parece ser possível contar a história de seus usuários e se identificar com ela.



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